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03/05/2014 - 01h38
Ampliação do setor aéreo favorece o turismo brasileiro
Segmento prevê ampliação de turistas à bordo de aeronaves nos próximos anos. A Copa do Mundo trará voos extras para o País

Turistas brasileiros e estrangeiros têm viajado cada vez mais de avião. Só no ano passado, o País recebeu 89 milhões de passageiros por desembarques domésticos e 9,4 milhões por desembarques internacionais. Estima-se que a maioria (62%) dos brasileiros que manifestaram intenção de viajar pelos próprios seis meses, o farão de avião, de acordo com a pesquisa Sondagem do Consumidor – Intenção de Viagem, do Ministério do Turismo (MTur).

A importância do transporte aéreo para o turismo brasileiro foi reforçada, na semana passada, por um levantamento da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), segundo a qual as companhias associadas transportaram cerca de 400 milhões de passageiros nos últimos seis anos. A Abear prevê ainda que, até 2020, cerca de 211 milhões turistas brasileiros e estrangeiros viajem de avião.

Para o mundial sediado no Brasil, é esperado um aumento do tráfego aéreo. São Paulo deve receber a maior parte dos voos extras do País para a Copa. A cidade é o primeiro destino de turistas estrangeiros a negócios e o quarto de turistas a lazer. Estão previstos 941 voos para o estado de São Paulo.

Durante o período da Copa, são esperados 600 mil estrangeiros e 3,1 milhões de brasileiros no País. Além de investimentos do governo federal na ampliação e na reforma de aeroportos brasileiros, com vistas a atender melhor os viajantes, o Ministério do Turismo investiu R$ 180 milhões em sinalização, acessibilidade de pontos turísticos e centros de atendimento ao turista.

O aumento dos deslocamentos de turistas por avião vão ao encontro das metas estabelecidas pelo Plano Nacional de Turismo 2013-2016, cujo objetivo é alçar o País à condição de terceira economia turística do mundo até 2022. Atualmente, o Brasil é a sexta maior economia do setor e movimentou, em 2012, cerca de R$ 250 bilhões.

Copa do mundo

Os aeroportos brasileiros passaram bem por mais um teste para a Copa do Mundo de 2014. Durante o feriado prolongado da Semana Santa, de 17 a 22 de abril, cerca de 3,5 milhões de pessoas passaram pelos aeroportos brasileiros. Este valor representa um aumento de 12% na movimentação registrada no mesmo período do ano passado. Segundo avaliação da Secretaria da Aviação Civil(SAC), Infraero e Agência Nacional da Aviação Civil (Anac), as operações ocorreram dentro da normalidade.

Passou pelos três aeroportos concedidos à iniciativa privada – Guarulhos (SP), Viracopos (SP) e Brasília (DF) – 1,08 milhão de passageiros. Número 16% maior que os 900 mil passageiros registrados no ano passado.

Segundo a Infraero, 2,41 milhões de pessoas passaram pelos 63 aeroportos da empresa, que ainda inclui Confins e Galeão, concedidos recentemente à iniciativa privada. Esta quantidade é 8% maior que a do mesmo período de 2013, quando foram registrados 2,22 milhões de passageiros nesses terminais.

O ministro-chefe da Aviação Civil, Moreira Franco, destaca que estes resultados comprovam, mais uma vez, como o Brasil tem condições de acolher turistas, delegações de futebol e convidados para o evento. “Para a Copa não teremos nenhum problema de acolhimento, mobilidade e prestação de serviço. Temos absoluta tranquilidade que os aeroportos estão preparados para oferecer segurança e conforto a todos”, disse.

O presidente da Infraero, Gustavo do Vale, também demonstra tranquilidade quanto a infraestrutura aeroportuária brasileira para o grande evento de junho. “As operações nos aeroportos da rede Infraero durante o feriado da Semana Santa é mais uma demonstração de que estamos preparados para receber grandes eventos, a exemplo do que vimos na Jornada Mundial da Juventude, Rio+20 e datas como o Carnaval e Réveillon”, comemorou.

Atrasos

Levantamento da SAC com base nos números divulgados pela Infraero mostra que apenas 8,1% dos 15.166 voos em todo o território brasileiro atrasaram por mais de 30 minutos. Este percentual representa 1.232 decolagens que atrasaram.

A situação mais crítica ocorreu no Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, que ficou fechado para pousos e decolagens por algumas horas na manhã do dia 18 por causa do mau tempo. Este fato gerou efeito cascata em outros terminais, como no de Brasília. Segundo a Inframérica, dos 440 voos e decolagens feitos por dia no Aeroporto Juscelino Kubitschek, 49% são de conexão para os demais aeroportos brasileiros.

No dia 19, a queda no fornecimento de energia no Aeroporto do Galeão, também no Rio de Janeiro, não gerou impacto operacional significativo devido ao horário da ocorrência (cerca de 10 voos foram impactados com atrasos de uma hora), segundo informações da Anac.

A Anac está presente nos 22 aeroportos mais movimentados do País e sempre intensifica a fiscalização sobre a prestação de assistência aos passageiros em períodos de maior movimento
Fonte: Portal Brasil - 28/04/2014

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